Aprender não foi
uma fase. Virou método.
Tenho 43 anos, vivo em Arroio do Sal e construo minha trajetória profissional no encontro entre curiosidade, engenharia e pensamento crítico.
Desenvolvedor por ofício.
Investigador por natureza.
Não cheguei à tecnologia por fascínio com ferramentas. Cheguei pela vontade de entender como as coisas funcionam — e pela inquietação diante do que poderia funcionar melhor.
Minha aprendizagem acontece quando uma pergunta encontra prática. Estudo, confronto hipóteses, construo, observo o resultado e volto ao início com perguntas melhores. Isso vale para código, produto, história, filosofia ou qualquer assunto que mereça mais do que uma resposta rápida.
Não procuro certezas confortáveis. Procuro explicações que resistam ao próximo “por quê?”.
Minha visão é naturalista e cética: afirmações precisam de evidência, ideias precisam suportar crítica e convicções não ganham imunidade por serem antigas ou populares. Para mim, mudar de posição diante de bons argumentos não é fraqueza — é honestidade intelectual.
Profissionalmente, atuo entre backend, arquitetura, experiência e produto. Gosto de problemas que exigem enxergar o sistema inteiro: o dado, a regra, a interface, a operação e, sobretudo, a pessoa que precisará usar aquilo depois.
Compreender melhor.
Construir com mais clareza.
Deixar menos ruído para quem vem depois.